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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

De Grau Em Grau

    A conferência do clima das Nações Unidas segue gerando diversos conflitos entre os representantes da população mundial, durante a difícil missão de "tentar resolver" um dos principais problemas ambientais desta era.

  É notável a pressão exercida pelas ONG'S, sociedade organizada, instituições de pesquisas, e da população em geral, para que os nossos representantes possam chegar a algum acordo efetivamente viável para sanar o problema em questão. Problema esse causado por todos nós.

   O governo, e as grandes corporações, enquanto detentores do "poder" e dos recursos financeiros necessários para por em prática as ações mitigadores devem, sem dúvidas, ser responsabilizados pela iniciativas, devem ser os principais atores, no entanto, devemos nos perceber como parte, tanto da causa, quanto da solução.
   

    Com uma população de aproximadamente 7,3 bilhões de humanos, não podemos ignorar o fato de que nossas ações individuais são muito significativas quanto aos seus efeitos na biosfera. Nós alimentamos esse sistema, ao mesmo tempo em que somos moldados por ele. Não esqueçam de multiplicar cada ação pelo número total de habitantes, e tente conceber o proposto abaixo:

  • Deixar o carro em casa e usar um transporte alternativo;
  • Deixar de comer carne 1 ou 2 vezes por semana;
  • Desligar o ar condicionado e abrir as janelas;
  • Plantar um árvore no seu quintal, ou no terreno baldio;
  • Contribuir com reciclagem;
  • Consumir somente o necessário;
  • Participar da tomada de decisões sobre aquilo que afeta a todos.
   Isso apenas para exemplificar - uma rápida pesquisa na web vai lhe apresentar inúmeras formas de contribuir para um meio ambiente mais saudável.

    Ou seja, de nada adianta algumas centenas de cabeças articularem ações baseadas em modelos estatísticos e projeções cientificamente bem embasada e precisas, se nós, enquanto seres vivos componentes desta biosfera, continuarmos com os velhos hábitos errôneos que nos trouxeram a beira desse abismo. Temos a obrigação de preservar o nosso lar. 
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"Eu (1) não vou mudar o mundo, 
você(1) não vai mudar o mundo, 
nós (7,3 bilhões) podemos mudar 
...mudar nossas atitudes...
e o mundo estará mudado!"


    

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Experiências II

          Não vou apenas relatar a minha experiência de viver sozinho pois isso não é nada de extraordinário, isso será apenas uma referência para melhor compreensão. O importante é demonstrar que podemos muito mais do que pensamos ou do que dizem que podemos ser.
    
    A dois meses mudei de Cidade, de Estado, de emprego e com isso muitas outras coisas também mudaram. Morando sozinho, distante do tradicional grupo social, distante da família e amigos tornou-se mais...digamos...tranquilo a prática de alguns bons hábitos.

    Conforme mencionei anteriormente noutro post, essas pessoas mais próximas costumam exercer grande influência em nossa vida, e na maioria das vezes são boas influências, entretanto, algumas conceitos não condizentes com nosso pensar individual nos são  forçosamente impelidas, como que se o que pensamos fosse errôneo.

Um lugar para descansar, um violão e alguns livros para relaxar
     A cultura do excesso como requisito para o conforto é um dos grandes fatores modernos de conflito. Antes mesmo de deixar o antigo lar já ouvia conselhos a respeito de uma enorme lista de objetos "indispensáveis" que teria que adquirir.

    Mas é necessário peneirar essa lista "tradicional", não por motivos financeiros, já que manter o status de financeiramente bem sucedido parece ser o principal motivo que nos leva ao excesso de bens materiais, mas sim como esforço para mudar as tendências que tem-se mostrado falhas. Reduzir a compra de tantas 'coisas' é também uma atitude sustentável, uma forma de melhorar toda sociedade (em breve farei um post explicando esta afirmação).
Fonte: ICMBIO

    Outro mito a respeito das dificuldades da vida solitária, diz respeito a alimentação. As pessoas pensam que não são capazes de cozinhar, mas isso não é tão difícil assim. É lógico que não se pode comparar um cozinheiro estreante com um Chef de culinária, ou com suas mães e avós que possuem tantos anos de prática que as tornam  mestres nessa arte.

   E mesmo sem ter tido lições de culinárias, nem praticado antes, estou conseguido sobreviver muito bem, e mantendo uma alimentação saudável, bem distante das típicas guloseimas consumidas pela maioria dos que se encontram em condições similares as minhas.

    Nas próximas postagens detalharei cada uma dessas mudanças...

    

terça-feira, 10 de junho de 2014

Obstáculos De Sonhos

         Inconformismo! 
Talvez seja isso que me leva a escrever esse fato em que muito tenho pensado, sem conseguir encontrar uma lógica. 
Não quero aqui mostrar-me um queixoso importuno, apenas compartilhar meu desalento para vossa reflexão. 

   Me espanta e me alegra ver tantas pessoas, sonhadoras, entusiastas, buscando, cada uma a sua maneira, uma alternativa para melhorar a vida de todos, porém, me revolta e me aborrece ver outras tantas contrariando-as.

           O que querem esses destruidores de sonhos? Que mal fazem os sonhadores aos outros para receberem tantas críticas desmanteladoras? Porque tantas pessoas temem a mudança, mesmo que essa seja, clara e indubitavelmente, uma melhoria?

     Penso que talvez sejam tão egoístas, que não são capazes de pensar no bem coletivo, pois a maioria não quer se mover se não em benefício próprio. 
Tudo bem, que sejam egoístas! Mas que não desencorajem os aventureiros.

Imagem: Além Das Palavras

     Conformismo!
 Me espanta que tantos oprimidos permaneçam tão fielmente do lado de seus opressores, cabisbaixos e inertes! Me atormenta saber que aqueles que pensam, erroneamente, não serem atingidos direta ou indiretamente por algo, não são capazes de serem solidários aos que tentam ajudar. 

Nada que exija mudança de atitude, e comportamento, parece ser aceito. 
Todos preferem continuar, ainda que sufocadamente, sobrevivendo, seguindo a correnteza, sem ao menos tentar remar.

    Ninguém é obrigado - embora todos sejamos capazes -  a evoluir, deixar de ser apenas mais um "ser humano" integrando paisagem do globo. Não atrapalhem a evolução de quem a busca, não sejam a pedra no caminho de alguém que promove o bem-estar coletivo. 

É comum, e preocupante, ver as más atitudes e os maus exemplos sendo disseminados e aceitos facilmente pela maioria, e por outro lado os bons exemplos e atitudes sendo desprezados, ridicularizados, desacreditados, desestimulados. Como entender essa atitude?  

     Toda boa intenção deve ser incentivada, não importa qual seja o alcance desta. Um rio não nasce largo e profundo, ele agiganta-se aos poucos. 
Então, que continuemos sendo sonhadores, é certo que nosso bom exemplo está sento seguido por alguém em algum lugar do mundo.

"O mundo está cheio de boas pessoas.
Se você não puder encontrar uma...seja uma!"


       

     
            

domingo, 13 de abril de 2014

Alternativas Para Sobrevivência

          Ter uma vida com mais liberdade, com menos compromisso, sem a preocupação de estabelecer raízes em um determinado local, são atitudes que costumam ser vistas como tornar-se um vagabundo, um andarilho, alguém cuja existência aparenta ser penosa. Bem, este pensamento está por demais antiquado!

   Conforme comentei na postagem Vivendo Sem CEP existem algumas alternativas para quem não pretende passar toda sua vida numa cadeira de escritório, e entre elas se destaca a carreira de Nômade Digital (Click para saber mais). Cuja grande vantagem dessa atividade consiste em, de uma certa forma, ser possível conciliar uma carreira - o seu ganha pão - com  a liberdade de viver com o pé na estrada, substituindo um ambiente de trabalho estressante por um ambiente agradável que pode ser escolhido a dedo.

    Os chamados Nômades Digitais são indivíduos que decidiram não mais viver como um empregado, com horários e metas à cumprir fielmente para benefício de seus empregadores, que muito lucram e pouco valorizam. Tendo em mente o ideal de viver por sua própria conta esses admiráveis aventureiros, dedicam-se à desenvolver atividades digitais, ou melhor, se tornam verdadeiros empreendedores no universo digital, cada qual, valendo-se de sua criatividade, cria sua própria fonte de renda. (Veja aqui alguns exemplos). 

   Muito mais do que ganhar dinheiro para satisfazer suas necessidades, o que esse pessoal costuma, e gosta de fazer, é dividir suas experiencias com o mundo, criando blogs, websites, escrevendo livros e etc., com o objetivo de incentivar outras pessoas a madurem a maneira de ver o mundo. Suas histórias de sucesso são uma grande alavanca para aqueles que já pensam, como eu, em fazer isso mas que ainda não conseguiram tomar a decisão crucial, e por as mãos à abra.

   O essencial para seguir por esse caminho é ter foco e atitude, é preciso agir, trabalhar muito, mesmo sem ter um chefe pegando em seu pé. É necessário ser desapegado, para viver na estrada não é ideal, e inclusive é desnecessário, acumular bens, preocupar-se apenas com o necessário já basta, isso facilitará sua vida. 

   Dessa forma, você que gostaria de por o pé na estrada, mas acha necessário ter um emprego e uma carreira pra garantir o futuro, já não pode mais usar isto como desculpa para deixar de viver suas aventuras. 

   Coloquem suas ideias em práticas e saiam descobrir o que o mundo tem guardado pra vocês.